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Brasil

25/05/2022

Petkovic volta a atuar e fãs matam a saudade

Petkovic volta a atuar e fãs matam a saudade

A notícia de que Petkovic voltou aos gramados em sua terra natal mexeu com a emoção de muitos torcedores brasileiros. O meia sérvio marcou época no Brasil, onde defendeu as cores de sete clubes. No país, ele será sempre lembrado pelo gol de falta contra o Vasco, aos 43 minutos do segundo tempo, quando atuava pelo Flamengo. O lance garantiu o título do Campeonato Carioca para a equipe rubro-negra e confirmou o dinamismo do futebol, em que um chute pode mudar tudo. Essa característica, aliás, faz a alegria de apostadores no mundo todo, e se você também gosta de tentar prever resultados, leia mais sobre o universo do entretenimento esportivo.

Após 11 anos de aposentadoria, Dejan Petkovic aceitou o convite do Real Niš para disputar algumas partidas pela segunda divisão da Sérvia. Alguns lances que se espalharam pela internet mostram que, embora já esteja com 49 anos, Pet mantém a categoria de sempre. Durante muito tempo cogitou-se a possibilidade de que o sérvio se naturalizasse brasileiro e defendesse a seleção, mas isso nunca aconteceu.

Essa não seria a primeira vez que um europeu defenderia a seleção brasileira. O inglês Sidney McKinley Pullen, o português Casimiro do Amaral, o italiano Francisco Police e o belga Andreas Pereira já vestiram a amarelinha, mas a história deles é bem diferente da de Petkovic. Os três primeiros eram imigrantes que, apesar de terem nascido no exterior, cresceram no Brasil, enquanto o quarto nasceu na Europa, mas é filho de pais brasileiros.

Petkovic seria o primeiro europeu sem vínculos com o Brasil a vir jogar no país e criar uma identificação tão grande ao ponto de se naturalizar para defender a seleção. O sérvio, aliás, desde que encerrou a carreira vive no Brasil, onde atualmente trabalha como comentarista esportivo.

A vinda dele para cá foi bastante atípica – Petkovic jogava simplesmente no Real Madrid quando, em 1997, aceitou um convite para defender o Vitória. Inicialmente, sua ideia era se destacar no Brasil para voltar valorizado para a Europa. Mas sua relação com o país foi tão boa que ele ainda defendeu Flamengo, Vasco, Fluminense, Goiás, Santos e Atlético Mineiro.

Em 2009, já no fim de sua carreira, ele conduziu o Flamengo, ao lado de Adriano, à conquista de um improvável título brasileiro. Esse feito, assim com outros de sua primeira passagem pelo Rubro-Negro, colocaram o sérvio na lista dos maiores ídolos do clube. Sua volta aos gramados é também uma volta ao passado – e os torcedores podem matar a saudade de um dos grandes craques das últimas décadas.

Fonte: GOIOERÊ | CIDADE PORTAL

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